Quem não voa por lá é porque tem alma de chumbo
Tudo começa com os arcos. Enormes, suntuosos, velhos e marcados pelo tempo. A brancura manchada pela maresia e fuligem do bondinho de Santa Tereza, que passa por cima. Parece que vai cair. De fato, o bondinho está tirando um descanso para voltar logo.
Mas são os arcos. Ah, os arcos por onde passam milhares, milhões de pessoas por dia, e por noite. A partir deles surge um mundo diferente e que faz brotar uma existência interessante, inundada de curiosidade que faz apenas apertar os passos para desvendar o que aquelas ruas representam e são.
Eis que lá se entende a liberdade do ir e vir, do sorriso aberto, da alma leve para entrecortar a multidão. Lá se entende a fluidez das notas musicais do samba e também a força de nossos ancestrais. Os ritmos, cores e cheiros compõem um cenário caótico, que se organiza na medida em que se abre o olhar para ele. O caos está na cabeça de quem assiste e é necessária uma reorganização instantânea para entendes com as coisas fluem por lá.
A boemia passou longe da rua do arco. Lá existe muito mais que isso. Como diria Romeu, “o caos uniforme das formas decadentes”, num espetáculo de civilidade e respeito. Tudo flui, tudo funciona como deveria ser. Há espaço para tudo e todos, numa composição harmônica. As ruas escuras, movimentadas e barulhentas abrigam um rio de gente que faz fila para apreciar o que lá tem de melhor: o samba. É necessário ter a mente feliz para assimilar samba. Não por acaso, não há notícias de compositores de samba tristes.
É no bumbo e no cavaquinho que o coração pulsa mais forte, e no sorriso generalizado o público parece voar junto. Quem não voa por lá é porque tem alma de chumbo! E só para terminar ainda estou tentando descobrir porque amanheci com dinheiro dentro do sutiã. tsctscstsctsc….
PS* Lembrei: eu mesma coloquei para não ficar segurando na mão. Afinal, para dançar ao som de Martnalia não é possível ficar com as mãos ocupadas!
Muitas coisas boas estão prestes a acontecer em 2012. Entre elas, a retomada do !ideia revista. Às vezes levamos mais tempo do que gostaríamos para realizar certos desejos ou sonhos, mas eles chegam! O Mestrado em comunicação é um desses sonhos, o que vai turbinar este espaço, já que minha área de pesquisa será exatamente comunicação digital e sua relação, convergências e divergências com a mídia tradicional.
Novos rumos para novos posts e novas ideias para serem discutidas e submetidas e você querido leitor. Sim, sei que alguns poucos ainda acessam o blog de vez em quando, e não quero mais que se sintam abandonados por esta blogueira. Aqui teremos muitos temas interessantes para discutir. Que rumos estão seguindo nossas relações pessoais com a mídia? A que ponto nossas vidas e opiniões estão mergulhadas neste oceano www sem nos darmos conta da quantidade de mudanças ocorridas nos anos recentes?
Ah, como é fantástico mergulhar neste universo! Além disso, teremos mais espaço para folgas deste tema e trataremos de assuntos como música, tecnologia, fotografia, design e de vez em quando, gatos! Sim, sou gateira de plantão e não posso deixar e mencionar os queridos felinos e porque não os caninos, também
O Instituto iMastersPRO vai promover entre 29/09 e 20/10 o curso Webriting – Teoria e Prática da Informação para a Mídia Digital. As aulas acontecerão ao vivo e serão ministradas por Bruno Rodrigues, Consultor de Comunicação e Marketing Digital para a Petrobras desde 1997, responsável por projetos de Comunicação e Marketing Digital voltados para o público interno entre outras super qualificações. Já me inscrevi!
Esta última semana no Equador me apresentou uma cultura rica, que vale a pena ser conhecida com profundidade. Infelizmente, o tempo não me permitiu conhecer Galápagos, mas só a capital Quito, que tem mais de 4 mil Km2, já é impossível de conhecer em uma semana.
Estava participando de uma conferência, mas de toda forma, o pouco tempo livre para desbravar o meio do mundo foi suficiente para fazer nascer um encanto pelo povo equatoriano extremamente cortês.
A região é muita alta, o que causa inícios de vertigens constantes. Mas nada que um chá de coca não resolva. A cidade de Quito é rodeada de vulcões. A paisagem é deslumbrante sempre.
Como quase toda capital latino-americana, há desigualdade e concentração de renda. Em 2000 o país adotou o dólar como moeda oficial, o que para alguns foi o pior dos mundos, pois com a moeda foi-se também parte da identidade. Para outros (conversar com taxistas é sempre bom) foi o que renovou a economia do país, que agora utiliza moeda internacional e tem facilidades no mercado externo por isso.
Estava no Equador justamente quando se comemora o “Día de los muertos”, ocasião digna de grande comemoração. Pãezinhos com formato de corpos, os “Guaguas de pan” são acompanhados de “colada morada”, uma bebida muito forte à base de frutas vermelhas. Guaguas em quéchua, a língua original do país, significa criança pequena.
As famílias levam este cardápio para os cemitérios, e lá conversam com seus entes queridos falecidos, levam dança e música e contam sobre os últimos acontecimentos da família. É uma festa linda e sensível, que merece respeito.
Mas um passeio muito marcante foi a ida ao povoado de Otavalo, a 95 km de Quito, nas altas montanhas ao norte. Lá é possível ver a essência cultural do país, visto que é formado por comunidades de artesãos. Um mar de artesanato e artistas distribuídos por toda uma região que leva praticamente o dia todo para conhecer, ainda que superficialmente.
O modo de produção mantém as origens e os ensinamentos dos antepassados. O processo começa na criação de ovelhas, depois segue para a tosa, o tingimento à base de elementos retirados diretamente da natureza, até chegar ao tear mecânico.
É uma grande emoção ver os artesãos trabalhando ao tear, com a dedicação e concentração que este tipo de produção carece. As vestimentas também são características, independentemente da idade, e são lindas. Neste povoado há muitas crianças, sempre. E elas ficam livres, caminhando de um lado para outro sem parecer se preocupar nada.
Esta entrevista com Manuel Castells na Folha de S. Paulo está ótima!
Sociólogo, que vê a Internet como amplificação da sociedade, diz que no caso do Brasil não qualquer desejo de mudança
Alec Duarte
Quem esperava que a internet fosse revolucionar o processo eleitoral brasileiro se decepcionou com o tímido papel que a rede exibe na campanha. O sociólogo espanhol Manuel Castells, porém, não se surpreendeu com isso.Um dos mais relevantes pesquisadores da web, Castells esteve no Brasil a convite do recém-inaugurado Centro Ruth Cardoso e achou normal a ausência da esperada revolução nas eleições.”Quando há estabilidade, não se pode esperar que a internet produza uma mudança que as pessoas não querem”, disse à Folha.
Leia trechos da entrevista.
Por que a internet amedronta o poder político?
Manuel Castells – Porque o poder sempre esteve baseado no controle e, às vezes, na manipulação da informação. O grau de autonomia das pessoas para se comunicar, informar e organizar suas próprias redes de sociabilidade é muito mais potente com a internet. Ela é a construção da autonomia da sociedade civil. Os governos sempre tiveram horror a isso.
A internet é incontrolável, mas os governos sempre tentam exercer algum controle. Não é um trabalho em vão?
Por mais que queiram controlar, não podem controlar. Nem a China pode controlar.
Isso mostra a desconfiança dos governos e dos políticos com respeito a seus próprios cidadãos. Não lhes agrada que se organizem e que sejam autônomos. Aos políticos só interessa o poder.
A única maneira de controlar a internet é desconectá-la totalmente. E isso hoje em dia é um preço que nenhum país pode pagar porque, além de livre expressão, a rede é educação, economia, negócios… é a eletricidade de nossa sociedade.
É impossível para um governo, hoje, não tentar recorrer a esse tipo de expediente?
Os governos tiveram que entrar nesse mesmo espaço de comunicação. Antes, não havia debate, havia monopólio. Isso acabou. O fato de que um governo ou grandes empresas tenham que fazer blogs como a gente nivelou relativamente o espaço da comunicação em que se enfrentam interesses distintos.
O avanço tecnológico permitiu também que os cidadãos vigiem os governantes…
Os poderosos vigiavam os demais porque tinham os meios e a capacidade de fazê-lo. Mas agora as pessoas também podem vigiar os poderosos. Qualquer jovem com um celular, se vê uma personalidade política fazendo algo inconveniente, pode imediatamente difundir a cena. Hoje os poderosos têm que se esconder, sua vida é mais transparente, mas não há um controle, apenas vigilância.
A vida em rede mudou o comportamento dos governos?
Ainda não totalmente, mas o poder político sabe que não pode mentir nem manipular sem ter cuidado ao fazê-lo. Quando as pessoas descobrem, o choque é muito potente. Foi o que ocorreu na Espanha, em 2004, quando o governo de [José María] Aznar mentiu sobre a autoria do atentado terrorista em Madri. As pessoas ficaram indignadas porque Aznar disse que autoria era do [grupo separatista que atua na Espanha] ETA, quando se tratava da Al Qaeda.
Houve controle da informação e manipulação. A descoberta da verdade, na véspera da eleição, foi compartilhada por SMS e levou milhões de jovens às urnas. Isso mudou o resultado da eleição [o socialista José Luis Zapatero venceu Aznar].Outro exemplo ocorreu no Irã, em 2009, quando houve manifestações contra a reeleição de [Mahmoud] Ahmadinejad. Mesmo num país com controle total da informação, a capacidade de mobilização, sobretudo pelo Twitter, foi fundamental.
Isso também aconteceu na deposição do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, quando a internet foi invadida por hashtags de apoio à volta do mandatário, assim como o Twitter ostentou avatares verdes no episódio iraniano. Mas Ahmadinejad segue no poder, e Zelaya jamais foi reconduzido ao cargo. Falando em realpolitik, como essas mobilizações virtuais chegam ao âmbito do real?
As mudanças fundamentais na sociedade são as que se produzem na mente das pessoas. É aí que surge a mudança: quando as pessoas mudam sua forma de pensar e, portanto, de atuar.As ideias não passam necessariamente pela mudança política, mas sim pelas mudanças que os governos têm de implementar em função da pressão da sociedade.Hoje quase não há discussão política na internet brasileira, apenas torcidas trocando provocações. E essas discussões não extrapolam a própria rede.
O fato de a web não possuir no país uma penetração grande afeta diretamente a repercussão fora dela?
Para que se manifestem fenômenos de utilização da rede nas mudanças de consciência e de informação das pessoas, é preciso haver antes de mais nada rede em condições e que também exista interesse das pessoas num sistema político.
No caso específico do Brasil, qual a sua percepção?
O Brasil segue uma dinâmica assistencialista em que da política se esperam subsídios e favores, mais do que políticas. A situação econômica do país melhorou consideravelmente. O que mudou a política aqui é que os dois últimos presidentes, FHC e Lula, eram influentes e controlavam seus partidos muito mais do que eram controlados por ele. Duvido que o país continue a ter essa boa sorte, qualquer que seja o resultado das eleições.
A renovação do sistema político exige que as pessoas queiram uma mudança, e isso normalmente ocorre quando existem crises. A internet serve para amplificar e articular os movimentos autônomos da sociedade. Ora, se essa sociedade não quer mudar, a internet servirá para que não mude.
De Pequenas Empresas Grandes Negócios
Por Wilson Gotardello Filho
Foi-se o tempo em que intranet era sinônimo de listas de ramais e fotos dos aniversariantes do dia. Hoje, com os recursos tecnológicos disponíveis, as redes internas se tornaram ótimas ferramentas de gestão e administração das empresas. Um bom exemplo do uso da intranet são as listas de tarefas, que permitem ao gestor acompanhar na rede interna a evolução do trabalho dos funcionários.
Outra boa ideia é integrar a intranet com os sistemas de gestão, tornando os processos administrativos mais eficientes. Também é possível abrir a rede interna para os blogs dos colaboradores, o que contribui para melhorar o relacionamento entre os funcionários. Se antes as intranets eram associadas às grandes corporações, hoje é cada vez mais comum encontrar pequenas e médias empresas plugadas na rede interna. “Uma pequena empresa tem recursos escassos.
Com a intranet, é possível ganhar tempo com eficiência”, diz Ronaldo Fujiwara, da agência especializada em comunicação digital NHW. Pequenas Empresas & Grandes Negócios levantou os principais passos para ajudar você a criar, usar e impulsionar a intranet da sua empresa.
1. IDENTIFIQUE AS NECESSIDADES “Para ter uma boa aceitação dos funcionários, um projeto de intranet precisa ser planejado em parceria”, diz David Reck, fundador da agência Enken. Foi o que fez Ângela Rodrigues Guimarães, sócia da Documentar, empresa de gestão de documentos. Antes de idealizar a rede, ela fez uma pesquisa com os funcionários para saber as necessidades de cada departamento. “Envolvemos a empresa toda”, conta.
2. PRESTE ATENÇÃO AO VISUAL Um erro comum é tentar replicar o modelo do site. “Tenha em mente que as pessoas vão acessar a intranet várias vezes ao dia. Por isso, o visual deve ser mais leve”, diz Reck. A rede interna deve ser funcional e fácil de usar. “Como é uma ferramenta de uso contínuo, a localização das informações precisa ser rápida”, diz Ronaldo Fujiwara, da agência NHW.
3. FORME UM COMITÊ A intranet deve ser uma ferramenta descentralizada. Delegar a apenas uma pessoa a tarefa de alimentar o conteúdo é arriscado, pois não gera identificação. “A melhor solução é montar um comitê, com funcionários de diferentes departamentos, que irão renovar esse conteúdo”, diz Luis Sanches, da agência especializada Actwork.
4. INTEGRE A REDE COM O SISTEMA DE GESTÃO Se a sua empresa trabalha com um sistema ERP, integrar algumas etapas com a intranet pode melhorar a eficiência dos processos administrativos. A Rosarial, empresa produtora de charque de Ibiúna (SP), decidiu integrar à intranet o Sistema de Gerenciamento de Indicadores (SGI), um relatório de dados da empresa. “Ter essas informações à mão auxilia na tomada de decisões rápidas”, diz Wellington Andrei Ribeiro, que coordenou a implementação da intranet.
5. INVISTA EM CONTEÚDO EXTRA Informações corporativas são importantes, mas conteúdo variado estimula os funcionários a usarem mais a intranet. Na rede interna da Documentar, por exemplo, os funcionários podem compartilhar qualquer artigo, texto ou link. “Criamos um ambiente propício para que eles publiquem conteúdos originais”, diz Ângela.
6. IMPLEMENTE UMA LISTA DE TAREFAS Com o objetivo de aumentar a produtividade dos funcionários, a Rosarial disponibilizou uma lista de tarefas na intranet. O funcionário preenche um formulário com seus dados pessoais e a tarefa que está executando, especificando o que já foi feito e o que falta fazer. Automaticamente, o gestor responsável recebe por e-mail um relatório com as atividades relatadas. “A ferramenta melhorou a relação entre diretores e funcionários”, diz Ribeiro, responsável pelo sistema.
7. FAÇA PESQUISA Para aprimorar o conteúdo e os recursos da intranet, a rede de moda feminina Fillity realiza pesquisas de opinião com os colaboradores. “Perguntamos aos funcionários o que está funcionando, o que não está e o que poderia melhorar”, diz Paulo Elias Dabbur, diretor da empresa.
8. DÊ AUTONOMIA AOS FUNCIONÁRIOS “Uma intranet que só os gestores podem acessar é um problema. Os funcionários têm de estar envolvidos”, diz Fernando Pássaro, diretor da agência especializada VM2. Os supermercados D’Avó, por exemplo, criaram uma área de miniblogs na intranet. Ali, os funcionários das nove lojas podem montar suas páginas.
9. ACOMPANHE A AUDIÊNCIA Para tornar a ferramenta mais eficiente, é fundamental saber o que os funcionários estão acessando. “Descubra onde eles estão passando mais tempo, o que eles buscam, e analise os resultados”, diz Reck, da Enken. Para isso, basta utilizar serviços de análise disponíveis na internet, como o Google Analytics.
10. DISPONIBILIZE MÁQUINAS Nem todos os funcionários têm acesso a um computador. Vendedores e atendentes, entre outros, passam o dia inteiro longe de um terminal. É preciso criar alternativas para que essas pessoas façam uso da intranet. Nos supermercados D’Avó, por exemplo, foi montada uma sala com computadores próxima ao refeitório.
Este é um super exemplo de como a comunicação digital pode servir ao desenvolvimento social. No Metrô, na CPTM, PM e Sabesp, funcionários acumulam funções públicas e de monitoramento das redes sociais, como Facebook, Twitter e Orkut
Por Agência Estado
Um terço do tempo online é gasto com redes sociais, aponta pesquisaProibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.
Ao menos quatro instituições – Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) – destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009 – quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no governo -, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria, porém, para divulgação.
No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.
Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants (“Sem Calças”), em maio de 2009. “Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor”, conta. “Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática.” No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.
Na CPTM – que permite acesso às redes a todos os funcionários -, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases, na zona leste, a partir de reclamações no Orkut. “Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem”, disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.
Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de governo. “Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação”, disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. “Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Encontro de Design e Tecnologia Digital (EDTED), promovido pela Arteccom está em sua 15ª edição e acontece em Brasília no dia 17 de julho.
Na programação, democracia digital, joomla!, redes sociais corporativas entre outros temas saborosos.
Confira a programação aqui e inscrições aqui. Assinantes da Revista Web Design tem descontão.
O portal Nós da Comunicação entrevistou um dos meus ídolos contemporâneos da comunicação. Henry Jenkins, do Massachusetts Institute of Techonology (MIT), fala sobre convergência digital e cultura digital.
Confira aqui.
Genial este artigo do Bruno Blankenburg. A comunicação corporativa é tomada diariamente por incêndios, mas não adianta só tentar apagar o fogo. É preciso pensar:
Já é bem conhecida por muitos que trabalham no terceiro setor a história do beija-flor que tenta apagar um incêndio na floresta enquanto os animais simplesmente fogem. Nunca gostei dessa história, pois mostra a solidão e o fracasso. Por isso, criei outra versão que vou compartilhar com você.
O começo de minha paródia é o mesmo: está lá a selva pegando fogo, os animais fugindo e o beija-flor tentando apagar as chamas. Ao perceber que não estava tendo sucesso, a pequena ave parou em um galho e começou a pensar. Viu o fogo ameaçar as árvores, ao mesmo tempo que avistou, no rio próximo, uma oportunidade. Percebeu também sua fraqueza, pois não conseguia levar muita água em seu pequeno bico. Entretanto, lembrou-se de que era o único animal a ficar parado no ar, além de voar bem rápido.
Então, olhou de novo para a floresta e os bichos a correr. Traçou uma linha de ação e voou rapidamente para colocá-la em prática. Primeiro, falou com o bem-te-vi, que além de ser seu amigo, cantava bem alto, e pediu a ele que mobilizasse os elefantes e os conscientizasse de que poderiam usar suas trombas para conter o incêndio.
Enquanto seu amigo piava para a manada, o beija-flor conversou com algumas girafas para que orientassem os elefantes e mostrassem os principais focos do incêndio. Logo, estavam o beija-flor, o bem-te-vi, as girafas e os elefantes, cada um com suas qualidades, dando o melhor de seu potencial para resolver a crise.
O primeiro orientava as ações, pois podia ver claramente as labaredas de cima, enquanto os mamíferos apagavam as chamas. O bem-te-vi, como tinha terminado sua missão, foi conscientizar e mobilizar outros animais.
Antes do fim do dia, estavam todos os animais em uma grande festa para comemorar o sucesso da empreitada. As cigarras tocavam músicas alegres enquanto os bichos dançavam.
Enfim, com planejamento, cada um pode oferecer o melhor para o bem de todos, seja o gerenciamento, a supervisão, o operacional e, até mesmo, a comemoração (que também é muito importante!). Então, é melhor interromper as ações emergenciais, “parar para pensar” e agir de forma estruturada.
Bruno Blankenburg é gestor de Planejamento da Alertse, jornalista por formação e possui experiência na comunicação e gestão de projetos on e off-line, em organizações dos segundo e terceiro setores da economia. Além disso, escreve para blogs e está presente na maioria das redes sociais como pesquisador empírico.
Artigo publicado originalmente no portal Nós da Comunicação.
Uma pesquisa da Pew Research Center, que desenvolve estudos relacionados às novas gerações, aponta que os adolescentes estão cada vez mais distantes dos blogs e perto das redes sociais.
Segundo o centro de pesquisa, de Washington (EUA), apenas 14% dos adolescentes, entre 12 e 17 anos, atuam em blogs, metade do público registrado em uma amostragem de 2006.
Essa queda também foi sentida no número de blogueiros que comentam os posts de páginas de amigos: eles são 52%, enquanto no estudo anterior, eram 76%. A pesquisa ouviu 800 adolescentes entre os dias 26 de junho e 24 de setembro, e 2.253 adultos, maiores de 18 anos, entre 18 de agosto e 14 de setembro.
Mariana Martins
Observatório do Direito à Comunicação
O ano de 2010 marca um importante período para a unidade dos movimentos sociais em âmbito mundial. Neste janeiro comemora-se uma década de realização do Fórum Social Mundial (FSM), que teve a sua primeira edição em 2001, em Porto Alegre, com milhares de pessoas de diferentes lugares do mundo contrapondo-se a cartilha do Fórum Econômico de Davos, que se reúne anualmente para determinar políticas para o mundo ao sabor do capital e das grandes potências mundiais.
O resultado desses dez anos de mobilização contra-hegemônica vai ser avaliado este ano com o modelo de Fórum, mais uma vez, descentralizado. Ele tem início com as edições comemorativas que acontecem na Grande Porto Alegre, a partir da próxima segunda-feira (25), e em Salvador a partir do dia 29, além de Kpomassé (Benin), Madri (Espanha) e Praga (República Checa). As atividades comemorativas dos dez anos do Fórum vão durar todo o ano até a edição de 2011, em Dakar (Senegal).
Comunicações
O debate sobre as comunicações se inseriu aos poucos e de diferentes formas no contexto do Fórum Social Mundial ao longo desses dez anos. Foi aos poucos adquirindo a centralidade que hoje lhe é dada ao lado de outras importantes pautas, como desenvolvimento sustentável, economia, meio ambiente e pobreza. Nas primeiras edições, como lembra Bia Barbosa, do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, o debate sobre a comunicação era bastante pontual. “Poucas organizações pautaram este tema nas atividades autogestionadas e a mídia seguiu fora dos ‘grandes painéis’ do Fórum”.
Com o passar do tempo e também em função da cobertura que a grande mídia passou a fazer do Fórum, acrescenta a jornalista, ficou evidente que outra divulgação e outra comunicação do Fórum também eram necessárias. “Ao mesmo tempo, o debate sobre o papel da mídia na construção de outro mundo começou a ganhar força, em paralelo à organização da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação. Articulações internacionais, ao lado de organizações brasileiras, passaram a pautar este debate no seio da programação do Fórum”.
Celso Schröder, coordenador do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), avalia também que no primeiro Fórum o debate da comunicação não teve o merecido destaque. Contudo, “no segundo Fórum houve o início dos debates sobre as formas imperialistas de comunicação no mundo, em uma atividade articulada por mim, pelo Daniel Hertz e pelo Ignácio Ramonet”, lembra.
Assim como na maioria das outras temáticas debatidas, o desafio dos participantes do Fórum na discussão da comunicação sempre foi ir além da crítica ao modelo estabelecido. Para a organização do Fórum e os militantes da democratização da comunicação, tão importante quanto identificar os problemas do modelo vigente era pensar em soluções possíveis e sustentáveis para um novo mundo e também uma nova forma de fazer comunicação. A começar pela cobertura daquele evento.
Colaboração
Como lembra Rita Freire, do Coletivo Ciranda, uma das entidades fundadoras da experiência de comunicação colaborativa no FSM, “a ideia inicial foi escapar ao crivo da grande imprensa, na produção de informações para o universo FSM, e de somar esforços humanos, já que não tínhamos os recursos materiais”. O que fez o projeto nascer, ressalta Rita, foi a aceitação enorme que a proposta de trabalhar em conjunto, em vez de competir, provocou entre as mídias, jornalistas e articulistas mobilizados. “Já era um exercício de outro mundo possível rejeitar a supremacia do jornalismo de mercado”, reafirma.
Na opinião de Bia Barbosa, um ano chave para o debate da comunicação no Fórum Social Mundial foi 2005, quando o tema da comunicação junto com a cultura ganhou espaço em um eixo específico e as experiências de compartilhamento conseguiram aglutinar mais pessoas e transmitir mundialmente. Além da Ciranda, lembra Bia, “em 2005, aconteceram o Fórum de Rádios, o Fórum de TVs e o Laboratório de Conhecimentos livres, que divulgaram outro olhar, muito mais plural e diverso do próprio FSM. E essa outra cobertura ganhou alcance, sendo difundida via satélite para vários continentes”.
Rita, por sua vez, lembra que os resultados colhidos em 2005 tiveram início em 2004, na Índia. “Tivemos uma ação compartilhada em Mumbai, em 2004, e os movimentos de software livre, tanto do Brasil quanto da Índia, fizeram uma cobrança forte que resultou em alianças decisivas quanto à tecnologia e filosofia utilizada. Em 2005 foram diferentes projetos de acolhida feitos pela e para a imprensa alternativa, TVs e rádios comunitárias e desenvolvedores de tecnologias livres”, pontua. A Ciranda, que foi a primeira experiência, já não reunia só mídias e se somava a outras iniciativas colaborativas, como Viração, no Brasil, Minga na América Latina, Flamme D’Afrique, na África, e várias outras.
Essas experiências geraram, ainda de acordo com Rita, conceitos que influenciaram as práticas de comunicação no universo FSM e ajudaram a organizar uma cobertura difícil, como em 2008, quando houve um Fórum sem centro algum e era preciso conectar atividades espalhadas pelo mundo de modo colaborativo e articulado.
Em 2008 – e em 2010 também deverá ser assim – a comunicação e a cobertura compartilhada desempenharam um papel central para reunir o planeta na edição descentralizada do FSM. “Não fossem as iniciativas e a troca permanente de informação entre as várias cidades que estavam participando do Dia Global de Ação de Mobilização, a repercussão e os resultados de 2008 seriam muito menores, e tudo nos leva a crer que este exercício também será necessário para o sucesso das comemorações dos 10 anos do FSM”, avalia Bia Barbosa.
Construção de Políticas Públicas
Para além das experiências de comunicação compartilhada, o debate das comunicações no Fórum Social Mundial fez crescer também o debate em torno das políticas públicas para a comunicação e o papel dos Estados Nacionais na garantia do direito à informação e à comunicação. Na opinião do Schröder, esses dez anos de FSM consagraram um modelo que os movimentos sociais imaginaram de produção de políticas públicas que a sociedade incide sobre os Estados Nacionais, articulando políticas nacionais e internacionais.
Países como o Uruguai e a Argentina, lembra o coordenador do FNDC, estão repensando as suas políticas de comunicação. A Argentina, por exemplo, já fez mudanças e em 2009 aprovou uma nova lei para os serviços de radiodifusão que atualizou o marco regulatório das comunicações do país. Schröder acredita que esses avanços podem também ser atribuídos às idéias geridas e difundidas pelos processos do Fórum Social Mundial e deve continuar pautando como uma onda as ações de outros países nessa direção.
Entre as atividades que o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação está propondo para a edição do FSM que acontece na Grande Porto Alegre, uma delas é sobre os resultados da 1ª Conferência Nacional de Comunicação e a agenda para 2010. “A ideia desse painel é justamente trazer a Conferência, que foi um grande acerto dos movimentos sociais e do governo, para um debate internacional para consolidar o que lá foi discutido e quem sabe para pautar outros países que ainda não aderiram a essa agenda”, pontua Schröder. Ele ressalta ainda que “precisamos de uma ação pós-conferência a exemplo do que aconteceu na Argentina, quando os movimentos colocaram 40 mil pessoas nas ruas e só depois disso a lei foi implementada. Precisamos dar essa força, esse suporte para que as resoluções tornem-se políticas”.
Um dos eventos mais esperados de comunicação compartilhada, além da própria produção de notícias e informações, é o encontro das Rádios Koch, de Nairóbi, e Favela, de Belo Horizonte, há muito esperado. A rádio africana surgiu em um contêiner da favela de Korogocho porque seus criadores conheceram pelo filme Uma Onda no Ar a história de resistência da rádio mineira. Essa atividade das rádios comunitárias, que vai se repetir em Salvador, já é fruto de esforços da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias, Associação Mundial de Rádios Comunitárias, Ciranda e coletivos da comunicação compartilhada. “Em 2010 vamos compartilhar não só a ação midiática, mas reflexões quanto ao futuro. Será o início de uma articulação com a África, rumo à cobertura compartilhada do FSM 2011, em Senegal. E vamos cobrir as atividades do FSM 10 Anos de forma conjunta”, anuncia Rita.
Já o Intervozes fará uma atividade centrada na avaliação das ações da mídia tradicional frente às mudanças que pretendem colocar o debate do direito à comunicação na ordem do dia. A ideia, segundo Bia Barbosa, é debater e analisar a cobertura e os pontos apresentados como polêmicos da I Conferência Nacional de Comunicação, do III Programa Nacional de Direitos Humanos e da Conferência Nacional de Cultura, pelos veículos da mídia tradicional.
Um estudo conduzido pela empresa de pesquisa Bridge Research revelou o perfil da geração Y – jovens nascidos entre 1978 e 1990 -, o que pensam em relação a assuntos como política, comunicação, dinheiro e seus hábitos de consumo.
O trabalho foi baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades entre 18 e 30 anos.
“Características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais”, afirma Renato Trindade, presidente da empresa.
A pesquisa mostra que embora existam semelhanças comportamentais entre seu integrantes, há diferenças que são determinadas pelo poder aquisitivo e o nível social. Isso pode ser verificado nos resultados da pesquisa, na análise dos locais de compra, frequência das viagens e de consumo, posse de itens de conforto e velocidade de acesso a novidades.
O executivo detalha que a idade também traz grandes diferenças. Os nascidos entre 1978 e 1980 apresentam mais responsabilidade, maior estrutura de gastos, valores da Geração Y menos cristalizados, dão maior valor à visão da família e aos estudos. Os que nasceram entre 1990 e 1995, estão mais atrelados aos valores da Geração Y, têm menor estrutura de gastos e maior envolvimento com tecnologia e inovação.
Veja abaixo alguns destaques da pesquisa:
Vida profissional
O trabalho é para a Geração Y sinônimo de dinheiro, estabilidade financeira. O sentir-se ativo e feliz é parte importante, mas tem que ter um propósito maior – crescer financeiramente é uma meta que deve ser alcançada rapidamente na percepção dos Y’s. No universo de desejos profissionais, o estudo aponta palavras-chave: prazer no que faz; fazer o que gosta; saber realizar; produzir; desenvolver; executar; ter benefícios; ser remunerado; ter dinheiro; se sustentar; ativo; útil; fazer parte da sociedade e evoluir.
Comunicação
O estudo mostrou que, pouco a pouco, a Geração Y está se afastando do hábito de comprar e ler jornais – substituídos sumariamente pela tevê e internet por “entregar” a informação com rapidez e qualidade. O rádio não é o preferido, mas foi apontado como útil e prático.
Dinheiro
O dinheiro é resultado do trabalho e significa independência e estabilidade. Com essa percepção, a Geração Y acredita que dinheiro e estabilidade são mecanismos para a obtenção de prazer. Máximas como: “poder sobre as pessoas”, “estabilidade financeira”, “mal/bem necessário”, “futuro e possibilidade de planejar”, “progresso e realização pessoal”, “oportunidade de fazer e comprar mais” e “trabalhar para ganhar” estão presentes nos resultados da pesquisa.
Consumo
Uma outra especialidade da Geração Y – além de ser veloz – é ir às compras. As associações com a prática são positivas e emocionais. Não são apegados à marcas e têm foco no resultado que a compra produz. – Roupas As classes A e B apontam a vitrine como responsável pelo impulso de compra; na classe C, as lojas de rua dividem espaço com as de departamento, sendo que o foco é se a roupa “caiu bem” e se há facilidade de pagamento. – Eletroeletrônicos Ao contrário do comportamento adotado no consumo de roupas, a Geração Y mostra maior preocupação na hora de adquirir eletroeletrônicos.
Bancos
Os grandes bancos são associados à visibilidade – quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande –, quantidade de agências espalhadas pela cidade e número de caixas eletrônicos.
Atendimento
A Geração Y se comporta de maneira similar às demais gerações quando o tema é atendimento. A demora é a principal reclamação desses jovens. As expectativas com relação ao atendimento são similares – esperam atendentes bem treinados e capacitados; com boa vontade; eficientes; atenciosos e simpáticos; pró-ativos e com raciocínio rápido. Preferem não falar com mais de um atendente; não ter a ligação derrubada; ter respostas diretas e objetivas; e conseguir resolver o problema. Uma das contradições é que a Geração Y não prefere a internet na hora do atendimento, porque não tem paciência para escrever, enviar e aguardar a solução por e-mail.
Pesquisa “How informative is Twitter” (em inglês) aponta o teor informativo da mídia social referência em 2009, assim como várias estatísticas, como idiomas mais frequentes por exemplo. A estratégia adotada foi baixar vários tweets, precisamete 8,9 milhões de mensagens, e assim fizeram uma série de cruzamentos. Vale a pena conferir.
Veja as contas brasileiras que estão recebendo doações para ajudar a população haitiana.
Embaixada do Haiti no Brasil
Banco do Brasil
Agência: 1606-6
C/C: 91.000-7
CNPJ: 04.170.237/0001-71
Cruz Vermelha
HSBC
Agência: 1276
C/C: 14526-84
CNPJ: 04.359688/0001-51
Viva Rio
Banco do Brasil
Agência: 1769-8
C/C: 5113-6
CNPJ: 00.343.941/0001-28
Care Internacional Brasil
Banco Real-Santander
Agência: 0373
C/C: 5756365-0
CNPJ: 04.180.646/0001-59
Pastoral da Criança
HSBC
Agência: 0058
C/C: 12.345-53
CNPJ: 00.975.471/0001-15
Caixa Econômica Federal
Agência 0647
C/C: 3600-1
CNPJ: 00.360.305
As doações da Caixa serão encaminhadas à Coordenação de Assistência Humanitária (Ocha, na sigla em inglês) pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização da Nações Unidas (ONU) e pelo Escritório das Nações Unidas.
O Nós da Comunicação entrevistou Henrique Antoun, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenador do grupo de pesquisa Cibercult e secretário executivo da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber). Confira a entrevista aqui.
O encontro da Intercom este ano na Região Centro-Oeste será em Goiânia, no mês de maio. A agenda e as áreas de estudo para envio de trabalhos já estão disponíveis no site oficial. O encontro acontece entre os dias 27 e 29 e os trabalhos serão recebidos entre os dias 03/03 e 23/04.