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janainagoulart

janainagoulart tem escrito 129 posts para !ideia revista

Um ano de escolhas

Desejo a todos um ano em que possamos escolher, selecionar, avaliar e pensar antes de agir. Desejo um ano em que os cidadão saibam votar, saibam interpretar uma notícia, saibam escolher. Pois só aqueles que podem escolher podem acertar…. e errar. Mas ao menos tiveram a chance de tentar e de formular suas ideias.

Um super 2010!

Livro Verde

O livro é antigo, mas a ideia nem tanto. Seguindo uma linha muita parecida do pensador contemporâneo Manuel Castells, o livro Sociedade da Informação no Brasil – Livro Verde, produzido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, em 2000, e organizado por Tadao Takahashi, contém as metas de implementação do Programa Sociedade a Informação e traz um raio x do tema no país com o apoio de uma ampla gama de acadêmicos.
Arquivo disponível no site do MCT.

Grupo sobre comunicação digital

Estão formados no portal Cultura Digital os grupos Comunicação Digital, Ensino de Jornalismo Digital e Cibercultura. Passa lá.

Os nós da comunicação

O portal Nós da Comunicação foi lançado recentemente e já tem uma carga de conteúdo bem robusta para os profissionais de comunicação.
Construído em plataforma aberta, o site compreende temas de comunicação corporativa e convergência, com reportagens e artigos, além da revista Comunicação 360.
 Dê uma passada lá.

Regular a Internet

O que fazer com este mundo sem porteiras chamado Internet? Ainda que no Brasil 94% da população não tenha acesso à banda larga, a comunicação digital no país é uma realidade que está fluidamente entranhada no dia-a-dia de instituições públicas, privadas, e de formadores de opinião. A luta pela inclusão digital é desafiadora.

Entretanto esta postagem quer discutir sobre a regulação da Internet no Brasil. Movimentos nessa direção tem acontecido em todo o mundo. Do lado de lá do planeta, o Parlamento Europeu acaba de aprovar quase pode unanimidade a controversa regulação do acesso a rede, como descreve Ramón Muñoz, do El País.

Substancialmente a Eurocâmara aprovou a regulação das restrições à conexão à rede, sem necessidade de um processo judicial prévio. Ou seja, a discussão sobre autoria, obra e direito autoral vai render muito e pode custar o acesso à Internet do cidadão que resolver baixar obras autorais.

Sob esta resolução cada Estado poderá decidir livremente os motivos que podem levar ao corte de conexão; desde os casos mais óbvios como pornografia infantil e terrorismo até os downloads desenfreados de produções intelectuais.

Na França e no Reino Unido, por exemplo, a lei define que o internauta que baixa grande quantidade de arquivos recebe até três advertências. Na terceira, perde o acesso à Internet.
Os Estados membros terão até 2011 para adaptar suas legislações nacionais à nova regulação. A comunidade internauta está insatisfeita e considera que “ainda que existam avanços no tocante à proteção de consumidores, existem muitas ameaças a direitos fundamentais no resto da legislação”.

E no Brasil?

Esta postura europeia é subsídio interessante sobre o que se deve ou não aproveitar para a reflexão brasileira quanto ao processo que está em andamento. Até o fim do ano um fórum de discussão do governo com a sociedade civil está tratando da regulação da Internet no país. Para enriquecer o diálogo, você pode utilizar a plataforma Cultura Digital, um espaço criado para a participação da sociedade.

Diferente mas nem tanto da discussão europeia, o debate no Brasil está focado entre outras questões no registro dos logs por parte dos provedores, ou seja, haveria informação precisa de quem entrou na rede e por quanto tempo ficou, com o intuito de barrar facilmente crimes de pedofilia, etc. Entretanto isso esbarra no outro direito fundamental que é a privacidade.

Como discutir isto? Argumentos nas próximas postagens. Estou lendo a publicação Cultura Digital, disponível no portal mencionado há pouco e volto com detalhes em breve.

Formação para meios digitais na América Latina

Desde que foi criada, a Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI) tem contribuído muito para o debate a cerca não só da atividade jornalística, mas de todo a área de comunicação. Criada na Colômbia, pelo escritor Gabriel Garcia Márquez (salve salve!), a fundação autaliza um dos blogs mais completos na área. Clique aqui para conhecer.

A FNPI desenvolveu recentemente, com o apoio da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), uma pesquisa sobre as necessidades de formação para meios digitais na América Latina. Clique aqui e confira a pesquisa que está disponível para download.

O universo de Raul Seixas no Estadão

O Estadão preparou um especial sobre Raul Seixas, 2009 é o vigésimo ano da morte do maluco beleza. Acesse o material multimídia, uma ótima experiência do uso de ferramentas de produção de conteúdo, aqui.

Quer praticar inglês?

A plataforma Paltalk é um sistema de chat compartilhado em todo o mundo que divide salas com professores de inglês. Você pode trocar ideias enquanto pratica inglês ou praticar inglês enquanto troca ideias.

Hemisfério sul unido contra o HIV/AIDS


A iniciativa Laços Sul Sul para o enfrentamento à epidemia de HIV/AIDS, foi lançada em 2004 e reúne oito países: Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Nicarágua, Paraguai, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Tudo começou com um programa do governo brasileiro que consiste na doação de medicamentos produzidos no Brasil para esses países. Por meio da rede Laços Sul-Sul, os países assumem o compromisso de assegurar o acesso universal à prevenção, ao tratamento do HIV/AIDS e à assistência, em uma perspectiva de atenção integral.

Promovendo a solidariedade entre países em desenvolvimento e um modelo de cooperação horizontal, a iniciativa proporciona o intercâmbio de informações e a elaboração conjunta de estratégias e planos de ação. Vale a pena conferir o portal e as últimas ações realizadas.

Brincadeiras com tablet e Illustrator

Este é o João, personagem da próxima crônica. Em breve!

Quase que não foi

Depois de um dia mais que cansativo em terra diferente e quente, estava eu indo ao Estádio José do Rego Maciel, para assistir a seleção brasileira de futebol. Uma partida pela fase eliminatória da Copa do Mundo contra o Paraguai, em Recife,Pernambuco. Nada seria mais enlouquecedor que um mar de gente seguindo para o mesmo lugar na mesma hora, com a mesma emoção no coração.
O calor, a chuva e as noites anteriores mal dormidas não foram suficientes para inibir a empolgação de ver a seleção pela primeira vez. O Hino Nacional tem seu lugar de destaque, com uma execução orquestrada ao vivo. Em seguida o Hino Nacional do Paraguai e depois bola no campo.
A platéia feminina histérica gritava pelo Kaká sem cerimônia. Bastava Kaká ficar perto da bola (ou nem isso) para parecer que só havia mulheres naquele estádio. E ele não parecia ficar “aperreado”. E Robinho passou muitos sustos também. Como não entendo nada de futebol replico neste relato as observações dos colegas que me acompanhavam. Eles disseram que o juiz estava realmente muito brando, e que, de certa forma, estava puxando a sardinha para o Paraguai.Mas isso não foi problema, mesmo depois do gol do país vizinho. Logo antes do final do segundo tempo o Brasil empatou para o delírio de todas aquelas pessoas. Choveu, Brasil fez outro gol, as pessoas ficaram mais loucas ainda e por fim, acabou. Ah, ainda teve uma briga. Não entendi por que, afinal, todos ali eram brasileiros (com 5% de paraguaios do outro lado do estádio), o que me leva a crer que foi uma briga passional. Não sei como foi, só sei que foi assim.

O suor com chuva, ou a chuva com cheiro de suor se misturaram à brisa, e o cansaço de repente bateu. As três últimas noites, que somaram 11 horas de sono também não ajudavam. Na saída, muitos gritos, cornetas, latas de cerveja voando, e uma multidão de gente caminhando na mesma direção. A cena era como aquele filme que mostra a marcha dos pingüins (se alguém lembrar o nome, por favor, deixe comentário); todo mundo feliz pero de cabeça baixa.

Não sei explicar os detalhes técnicos do jogo; se houve impedimento, quantos escanteios, quantas perdas de bola, etc, mas sei que o Brasil ganhou e que a situação agora está bastante confortável, pois a Argentina não está tão ameaçadora. E eu nem ia ao jogo. Na última hora ganhei um ingresso e fui acompanhando o grupo. Quase que não foi, e valeu a pena.

Ouro Preto – MG

Movimentos sociais ampliam mobilização pela Confecom nos Estados

FENAJ

Após a edição do decreto convocando a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e da portaria do Ministério das Comunicações constituindo a Comissão Organizadora deste processo, movimentos sociais ampliam as ações para preparar as conferências regionais e estaduais. A FENAJ prepara um seminário para organizar a participação do movimento sindical dos jornalistas na Confecom.

As 26 instituições e entidades representativas dos setores público, privado e da sociedade civil tiveram até 30 de abril para indicar seus representantes à Comissão Organizadora da 1ª Confecom. Como a Câmara dos Deputados e o Senado têm direito a dois representantes, a Comissão Organizadora terá 28 membros. A FENAJ indicou como titular seu 1º vice-presidente e coordenador do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Celso Schröder, e, como suplentes, o presidente da entidade, Sérgio Murillo de Andrade, e o diretor José Carlos Torves.

A entidade prepara para junho, possivelmente em São Paulo, um seminário para definir propostas dos jornalistas para o debate com a sociedade, antecedendo a plenária do FNDC.Entre as lacunas para que a Confecom deslanche em todo o País, estão a definição da metodologia de construção da Conferência nos Estados e municípios, os critérios de participação e representação dos interessados e os procedimentos para a sua convocação e realização, eleição de delegados e requisitos básicos para a participação social. A expectativa é de que isso ocorra brevemente.

Disposição para o debateMesmo sem essas definições, a movimentação em torno da Conferência vem crescendo em vários Estados. Um grupo de representantes da Comissão Pró-Conferência de Comunicação do Ceará participou, na quarta-feira (29/4), de reunião com o chefe de gabinete do governo do Estado, Ivo Gomes, e com o secretário da Casa Civil, Arialdo Pinho. O objetivo do grupo foi dar início ao diálogo da CPC-CE com o governo estadual para a realização das etapas regionais da 1ª Confecom. Foi solicitada a constituição de um grupo de trabalho com representantes do poder público e sociedade civil para dar início aos trabalhos no Estado.

Entre as atividades programadas no Ceará, está a realização de um debate sobre Democratização da Mídia e a Conferência Nacional de Comunicação, na Casa Amarela Eusélio Oliveira, com participação de representantes do Sindicato dos Jornalistas no Ceará e da FENAJ, dia 9 de maio, às 9 horas.A cidade de Patos, no sertão paraibano, sediou quinta-feira (30/4), a segunda rodada de uma série de eventos pró-conferência de comunicação. Sob o título “Construção pela Democratização da Comunicação: diálogos possíveis”. O evento foi uma promoção do Conselho Regional de Psicologia em parceria com diversas entidades não-governamentais.

Em São Paulo, a Câmara Municipal de Campinas será palco, nos dias 16, 23 e 30 de maio (sábados), de um Ciclo de Debates sobre Comunicação direcionado para toda a região metropolitana. Mais informações sobre esta atividade podem ser obtidas com Gil, nos telefones (19) 9106-7672, 3736-1744 ou pelo e-mail imprensa@sergiobenassi.com.br.

Em Santa Catarina, o Comitê pela Democratização da Comunicação tem reunião ampliada nesta terça-feira (5/4), às 16 horas, no auditório do Sintespe, em Florianópolis, para discutir a ampliação do movimento para outras regiões do Estado. E no dia 21 de maio, às 9 horas, no plenarinho da Assembléia Legislativa, haverá audiência pública sobre a 1ª Confecom. Já a Escola Sul da CUT e as CUTs de SC. PR e RS realizam, de 13 a 15 de maio, a Pré-Conferência Regional Sul de Comunicação: Comunicação & Transformação Social. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone: (48) 3226.7272, e-mail formacao@escolasul.org.br, ou no site http://www.escolasul.org.br./.

Em algum lugar de Brasília que prima pelo sossego


Entidades reagem a nova carreira de comunicação

Moacir Assunção – O Estado de S. Paulo

A notícia de que a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) pretende criar uma nova carreira para jornalistas, publicitários e relações-públicas no serviço público, a de Gestor em Comunicação Pública, gerou polêmica entre entidades e profissionais ligados ao setor. A razão é que já existe na estrutura do governo federal uma carreira para a área, a dos Técnicos em Comunicação Social (TCSs), com cerca de 600 cargos, dos quais metade vagos, preenchidos por concurso público e destinadas a todas as repartições do governo. A Secom confirmou que planeja criar a nova carreira e o projeto deve ser encaminhado ao Congresso no segundo semestre.

“É como determinada prefeitura criar o cargo de cirurgião-dentista quando já existe o de dentista. Questão puramente de nomenclatura, mas com uma sutileza: o salário dos futuros integrantes da carreira em estudo na Secom é de encher os olhos, enquanto profissionais concursados há décadas vão seguir com remuneração aviltante”, compara o jornalista Oswaldo Augusto Leitão, um dos integrantes do movimento dos profissionais de comunicação do Executivo Federal, formado por TCSs, em artigo no site Observatório da Imprensa.

Agora é sem acento

Este blog vai se render à reforma ortográfica e a partir de hoje, !ideia revista é sem acento. Aproveitando, clique aqui para acessar um resumo sobre o que muda na língua portuguesa, produzido pelo G1.

“Lá Fora”; onde a vista não alcança

Dando uma passada no Blue Bus, tomei conhecimento do blog Lá Fora, especializado em Mídia Exterior. O blog é desenvolvido pela CONMARK - Consultoria de Marketing e editado por Sergio Viriato. O material é de excelente qualidade. O objetivo do projeto é reunir e catalogar um grande acervo das peças de Out-Of-Home (conceito adotado para identificar mídia exterior), de todos os lugares do mundo.

Governo prepara 1ª Conferência Nacional de Comunicação

Mariana Mazza
PAY-TV

Bandeira de diversas entidades civis defensoras do direito à comunicação, a 1ª Conferência Nacional de Comunicação pode, enfim, deixar de ser uma promessa do governo. O Ministério das Comunicações tem se articulado para organizar a realização do evento ainda neste ano e as negociações já estariam adiantadas. Na última segunda-feira, 26, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, esteve com o presidente Luis Inácio Lula da Silva acertando a condução de uma proposta para a conferência.

Participaram também da reunião o ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, e Luiz Dulci, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República. O acerto foi de que, nos próximos dias, o Minicom encaminhará uma proposta de decreto convocando a 1ª Conferência Nacional de Comunicação. O evento só deve ocorrer no segundo semestre de 2009 por conta da necessidade de realização das pré-conferências regionais.

Se tudo sair dentro do previsto pelo governo, essas conferências preparatórias devem ter início ainda no primeiro semestre do ano. Em outras áreas onde já é praxe a realização desses eventos – como o caso da saúde, que realizou em 20007 sua 13ª conferência -, as pré-conferências são feitas de seis a sete meses antes do encontro nacional.

Marcianos invadem a Terra

Foto de Thobias Vincensi

Campus Party: Tim Berners-Lee diz que futuro da internet é voltar a suas origens

Globo on line

RIO – O criador da World Wide Web, Tim Berners-Lee, vaticinou nestas terça-feira na Campus Party, em São Paulo, que o futuro da internet é voltar a suas origens. Segundo ele, a chamada Web 2.0 pode ser extremamente frustrante para os usuários devido às diferenças entre programas e sistemas e à falta de controle dos usuários sobre suas próprias informações. Elas não devem mais ficar somente na mão de poucas empresas, afirmou.
- Na Web 3.0, isso tudo vai se tornar mais aberto e você terá mais controle sobre suas informações pessoais e sobre como quer usá-las – disse Berners-Lee.
Indagado sobre o que aconselharia ao novo presidente americano, Barack Obama, ele comentou que uma das coisas mais interessantes que Obama disse nos últimos tempos foi que os dados governamentais seriam abertos.
- Espero que isso signifique plataformas abertas. Há um novo movimento para que as pessoas e instituições linkem seus dados e os abram em vários campos, e Obama chega na hora certa para promover uma mudança com relação aos dados governamentais.
Berners-Lee defende telefonia celular como meio de inclusão digital
O pai da web disse que uma das tendências importantes no futuro da rede é sua aparição, em grau cada vez maior, nos telefones celulares. Para ele, a mobilidade pode ser uma boa solução para incluir digitalmente áreas rurais e remotas, mas não se deve pensar só nela.
- A internet deve ser acessada de todo tipo de aparelho, essa é sua característica. Estou criando uma fundação para tentar levar a grande rede aos 80% da humanidade que ainda não conseguem se conectar – afirmou.
- A conexão através de telefones celulares é fascinante, pois permite o acesso a pessoas que vivem em áreas rurais ou aquelas que sequer têm computadores – aponta Berners-Lee, destacando a mobilidade do sistema.
Berners-Lee foi incisivo sobre a questão da neutralidade na internet. Aludindo ao traffic shaping que operadoras e provedores costumam fazer, controlando o acesso à banda pelos usuários, ele disse que ninguém deveria monitorar em que sites navegamos e tentar bloqueá-los.
” A internet não precisaria de regras se os provedores se comportassem direito “

Na verdade, a internet não precisaria de regras se os provedores se comportassem direito.
Ele evitou comentar o projeto de lei que tipifica crimes digitais no Brasil, mas deixou claro que os problemas de segurança e crimes que acontecem na grande rede nada mais são, em sua opinião, do que um reflexo da própria humanidade.
- A internet é uma ferramena poderosa, pode ser usada para coisas horríveis ou coisas maravilhosas, da mesma forma que qualquer outra ferramenta usada pela humanidade. Quando você me pergunta como sinto as ações na rede, está me perguntando, no fundo, o que acho da humanidade. E, quanto a ela, sou extremamente otimista. Acho que, quando as pessoas se reúnem para resolver alguma coisa, elas são capazes de fazer coisas fantásticas.
Para Berners-Lee, o futuro da internet será ainda mais interativo, com aplicações cada vez mais poderosas – muito mais do que as que existem agora.
- Em algum momento será possível virtualizar coisas a ponto que você será capaz de preencher parte de um cômodo com pixels, que estão ficando cada vez mais baratos – afirmou – E, com o movimento dos dados abertos e linkados entre si, se governos e empresas fornecerem à comunidade online seus dados brutos, poderão contar com o valor dessa própria comunidade para difundi-los.
” Em algum momento será possível virtualizar coisas a ponto que você será capaz de preencher parte de um cômodo com pixels “

A Campus Party já conta com mais de 6.300 campuseiros inscritos e tem áreas que vão de robótica a case mods oriundos de diversos estados brasileiros e de outros países, como o Chile. Segundo o diretor de conteúdo, Sergio Amadeu, o grande trunfo da feira é a troca de informações entre diferentes tribos de usuários, como gamers, adeptos do free software, da fotografia digital e assim por diante. Na inaguração, à meia-noite de hoje, o governador de São Paulo, José Serra, classificou o evento como “a Fórmula-1 dos eventos de tecnologia”. Cerca de duas mil barracas estão instaladas no evento, cujo tamanho dobrou desde o ano passado.
A Campus Party é um encontro de aficcionados por internet e tecnologia que teve sua primeira edição em 1997, na Espanha. No ano passado ela chegou à América Latina, com eventos na Colômbia e no Brasil que reuniram respectivamente 2.400 e 3.000 participantes.

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